Oferta pública de Debêntures da BNDESPar – Uma alternativa interessante ao Tesouro Direto

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Começou nessa última terça-feira (24/11/2009) o período de reservas da oferta pública de Debêntures da BNDESPar. Eu particularmente gosto desse tipo de investimento, por isso acredito que vale a pena explorar um pouco o assunto aqui no blog.

O que são e para que servem as Debêntures?

As Debêntures são uma forma das empresas captarem dinheiro. A grosso modo, é como se elas fizessem um empréstimo em que o credor é o investidor que opta por comprar as debêntures emitidas.

Essas Debêntures são títulos de dívida de médio e longo prazo que as companhias emitem e que confere ao investidor que comprou o título um direito de crédito sobre ela.

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Cobertura do primeiro Investcamp

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Estivemos na primeira edição do Investcamp, um evento aberto com oficinas e bate-papos sobre finanças pessoais, investimentos e economia organizado pelo blog Dinheirama, home-broker LinkTrade e agência Pólvora! Comunicação.

A idéia deste tipo de evento é reunir investidores para discutir abertamente sobre os temas propostos, e não apenas ouvir o monólogo de um palestrante. Eu e Allan ajudamos na moderação das discussões, que aconteciam paralelamente em duas salas no The Hub.
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12 dicas de como economizar no Imposto de Renda

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A maioria das pessoas tem toda renda baseada em “dinheiro 50%”. O investidor Robert Kiyosaki, autor de vários livros da série “Pai Rico”, costuma chamar o trabalho assalariado desta forma, pois metade do dinheiro acaba indo para o governo.

Muita gente desconhece, mas existem investimentos totalmente isentos de IR (“dinheiro 0%”). Também existem muitas formas legais de economizar impostos, conforme veremos abaixo.

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Achando ações para investir: A fórmula mágica de Joel Greenblatt

Escolher uma ação - Joel Greenblatt Uma das maiores dificuldades que tenho na hora investir é achar ações de empresas boas com bons descontos nos preços. O economista Joel Greenblatt propôs em seu livro “Little Book” uma fórmula “mágica” e fácil para garimpar essas ações sub-precificadas.

A fórmula de Greenblatt tenta achar empresas saudáveis e lucrativas e que estejam sendo vendidas a um baixo valor. Para isso, ela relaciona dois indicadores fundamentalistas muito famosos, o P/L e o ROE.

O P/L é um indicador que relaciona o preço da ação com o lucro líquido por ação. Quanto menor, melhor. Ele nos dá uma idéia se o preço do papel está barato ou caro. Aqui no Investidor Jovem exploramos bastante esse indicador. Você pode entender um pouco mais sobre ele aqui e aqui.

O ROE (da sigla Return on Equity) é calculado a partir do lucro líquido da empresa e seu patrimônio liquido. Quanto maior, melhor. O indicador representa quanto uma empresa consegue gerar de lucro em relação ao capital investido pelo acionista. Ele nos dá uma idéia de como anda a saúde financeira da empresa.

A fórmula de Greenblatt é bem simples de ser calculada. São três passos básicos:

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Entendendo o investimento em imóveis (para aluguel)

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Aviso! Este post foi corrigido em 18 de agosto, pois as contas anteriores apresentavam falhas no cálculo do financiamento. Além disso, acrescentei despesas de reformas e comparei o retorno sobre investimento para os cinco primeiros anos.

A queda dos juros para o menor patamar da história “incomodou”, pois os investimentos em renda fixa estão rendendo bem menos.

Uma das opções para quem procura investimentos mais rentáveis é a compra de imóveis para aluguel. O financiamento está mais barato, permitindo o alongamento do prazo e a redução do capital inicial.

Alugar um imóvel financiado é uma forma de alavancagem, pois você está recebendo dividendos (“aluguel”) sobre 100% do imóvel, mas é “dono” apenas uma parcela dele. Com os juros cada vez menores, esse tipo de investimento é cada vez mais atrativo.

Neste post vou mostrar como funciona a matemática básica de um investimento em imóvel visando aluguel. Não é loteria ou sorte, é matemática financeira. Com alguns cálculos, conseguiremos comparar o investimento em imóveis com outros e definir uma taxa mínima de aluguel que queremos receber.

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Desmistificando o P/L

peg-pegAprender o indicador P/L me deu um grande ânimo para começar a estudar a análise fundamentalista e incrementar minha “mineração” por boas ações.

É fácil entender o conceito básico por trás desse múltiplo, mas só depois de alguma convivência comecei a perceber a essência e os perigos por trás desse número mágico.

A maior crítica é que este indicador costuma sub-precificar empresas de forte crescimento e sobre-precificar as de baixo crescimento.  Uma empresa de e-commerce com crescimento anual de 15% com mesmo P/L de uma empresa elétrica com crescimento de 6% não pode ser “precificadas” da mesma forma.

Para tentar normalizar este “erro”, existe um indicador que pondera o P/L pelo crescimento chamado PEG, mas não vou entrar em detalhes porque não gosto dele.  Acho bem mais interessante mostrar porque uma análise de P/L pode apresentar resultados tão distantes do valuation.
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4 indicadores para analisar antes de comprar uma ação

Indicadores Toda vez que alguém me pergunta se deve ou não comprar uma ação eu sempre acabo perguntando a mesma coisa: Você já deu uma olhada no P/L, no P/VP, no Divident Yield e na Liquidez Corrente?

Esses 4 indicadores não garantem uma certeza absoluta de sucesso, mas se um investidor que está começando agora, analisar pelo menos esses 4 números antes de comprar uma ação, a chance dele fazer besteira diminui, e muito.

Descobrir esses indicadores é bem fácil. Basta entrar no site Fundamentus e buscar pela ação desejada.

P/L menor ou igual a 8

Já expliquei mais detalhadamente o indicador nesse post. Resumidamente podemos entender esse indicador com uma simples analogia: Suponha que você tenha investido R$1.000,00 numa empresa cujo P/L é 8. Esse indicador diz que em 8 anos, você terá um lucro igual ao valor que investiu inicialmente, ou seja, um lucro de R$1.000,00.

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Começou a feira de franquias ABF em SP

abf1Com os juros cada vez menores, os investimentos em fundos de renda fixa e títulos do governo estão cada vez menos atrativos. Por este motivo, abrir um negócio próprio fica cada vez mais interessante (no economês, o “custo de oportunidade” dos investimentos caiu).

Uma opção para quem não se contenta com os 6% de juros reais da poupança e renda fixa é a abertura de uma franquia.

Estive ontem na feira de franquias ABF Franchising Expo 2009 no Expo Center Norte. A feira vai até o sábado (20/06) e reúne mais de 250 expositores.

No evento encontrei opções para todos os bolsos: desde franquias de 50 mil reais, até algumas de mais de 1 milhão.

Por ser totalmente leigo no assunto, resolvi consultar algumas franquias de varejo para entender como funciona a margem e despesas. Em geral, a média da margem bruta de um produto costuma variar entre 120% e 150%. Isto é, você compra por R$ 1,00 do franqueador e vende por R$ 2,20 a R$ 2,50.

Ao perguntar sobre a margem líquida obtive sempre a mesma resposta: “depende”. Além da sazonalidade de muitos produtos, a margem vai variar de acordo com o as despesas operacionais, desempenho do empreendedor, local do estabelecimento, etc. Mas em “média” que me passaram seria algo entre 10% a 20%.

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Comentários sobre IPO da Visanet

visaHoje a Visanet publicou o prospecto da oferta pública de ações. Resolvi escrever um post rápido apenas para citar alguns detalhes e comparar com outros IPOs como o da Redecard (nacional), Visa (internacional) e Mastercard (internacional).

Para começar, o investidor precisa entender que as ações vão apenas trocar de mão. A oferta é secundária, ou seja, antigos acionistas resolveram vender suas ações para o mercado. Isso significa que o dinheiro não será reinvestido na empresa.

Múltiplo P/L

No começo dos rumores do IPO, muito antes da crise e do Investment Grade, já havia separado alguns múltiplos interessantes de outras ofertas relacionadas.

  • Mastercard lançou suas ações no mercado americano com P/L 11.
  • Visa lançou suas ações no mercado americano com P/L 30.
  • Redecard lançou suas ações com P/L 20 e valorizou 30% no primeiro dia.

Atualmente a Redecard está com P/L próximo a 18x.
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Como descobrir a composição da carteira de um fundo

Boa parte dos fundos de investimentos não divulga a composição de suas carteiras com a intenção de proteger sua estratégia do mercado ou até mesmo esconder operações arriscadas.  O investidor não deveria se contentar em saber apenas a rentabilidade passada, mas sim, como ela foi atingida.

O site da CVM mostra a composição da carteira de todos os fundos mês a mês, com três meses de atraso.  A carteira pode ser composta por ações (Ex: Petr4, Vale5), Opções, Caixa, CDBs, Títulos do Governo, Títulos privados, CDBs, operações no mercado futuro de dólar e juros, cotas em outros fundos, etc.

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