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Cobertura do primeiro Investcamp

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Estivemos na primeira edição do Investcamp, um evento aberto com oficinas e bate-papos sobre finanças pessoais, investimentos e economia organizado pelo blog Dinheirama, home-broker LinkTrade e agência Pólvora! Comunicação.

A idéia deste tipo de evento é reunir investidores para discutir abertamente sobre os temas propostos, e não apenas ouvir o monólogo de um palestrante. Eu e Allan ajudamos na moderação das discussões, que aconteciam paralelamente em duas salas no The Hub.
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12 dicas de como economizar no Imposto de Renda

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A maioria das pessoas tem toda renda baseada em “dinheiro 50%”. O investidor Robert Kiyosaki, autor de vários livros da série “Pai Rico”, costuma chamar o trabalho assalariado desta forma, pois metade do dinheiro acaba indo para o governo.

Muita gente desconhece, mas existem investimentos totalmente isentos de IR (“dinheiro 0%”). Também existem muitas formas legais de economizar impostos, conforme veremos abaixo.

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Entendendo o investimento em imóveis (para aluguel)

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Aviso! Este post foi corrigido em 18 de agosto, pois as contas anteriores apresentavam falhas no cálculo do financiamento. Além disso, acrescentei despesas de reformas e comparei o retorno sobre investimento para os cinco primeiros anos.

A queda dos juros para o menor patamar da história “incomodou”, pois os investimentos em renda fixa estão rendendo bem menos.

Uma das opções para quem procura investimentos mais rentáveis é a compra de imóveis para aluguel. O financiamento está mais barato, permitindo o alongamento do prazo e a redução do capital inicial.

Alugar um imóvel financiado é uma forma de alavancagem, pois você está recebendo dividendos (“aluguel”) sobre 100% do imóvel, mas é “dono” apenas uma parcela dele. Com os juros cada vez menores, esse tipo de investimento é cada vez mais atrativo.

Neste post vou mostrar como funciona a matemática básica de um investimento em imóvel visando aluguel. Não é loteria ou sorte, é matemática financeira. Com alguns cálculos, conseguiremos comparar o investimento em imóveis com outros e definir uma taxa mínima de aluguel que queremos receber.

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Desmistificando o P/L

peg-pegAprender o indicador P/L me deu um grande ânimo para começar a estudar a análise fundamentalista e incrementar minha “mineração” por boas ações.

É fácil entender o conceito básico por trás desse múltiplo, mas só depois de alguma convivência comecei a perceber a essência e os perigos por trás desse número mágico.

A maior crítica é que este indicador costuma sub-precificar empresas de forte crescimento e sobre-precificar as de baixo crescimento.  Uma empresa de e-commerce com crescimento anual de 15% com mesmo P/L de uma empresa elétrica com crescimento de 6% não pode ser “precificadas” da mesma forma.

Para tentar normalizar este “erro”, existe um indicador que pondera o P/L pelo crescimento chamado PEG, mas não vou entrar em detalhes porque não gosto dele.  Acho bem mais interessante mostrar porque uma análise de P/L pode apresentar resultados tão distantes do valuation.
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Começou a feira de franquias ABF em SP

abf1Com os juros cada vez menores, os investimentos em fundos de renda fixa e títulos do governo estão cada vez menos atrativos. Por este motivo, abrir um negócio próprio fica cada vez mais interessante (no economês, o “custo de oportunidade” dos investimentos caiu).

Uma opção para quem não se contenta com os 6% de juros reais da poupança e renda fixa é a abertura de uma franquia.

Estive ontem na feira de franquias ABF Franchising Expo 2009 no Expo Center Norte. A feira vai até o sábado (20/06) e reúne mais de 250 expositores.

No evento encontrei opções para todos os bolsos: desde franquias de 50 mil reais, até algumas de mais de 1 milhão.

Por ser totalmente leigo no assunto, resolvi consultar algumas franquias de varejo para entender como funciona a margem e despesas. Em geral, a média da margem bruta de um produto costuma variar entre 120% e 150%. Isto é, você compra por R$ 1,00 do franqueador e vende por R$ 2,20 a R$ 2,50.

Ao perguntar sobre a margem líquida obtive sempre a mesma resposta: “depende”. Além da sazonalidade de muitos produtos, a margem vai variar de acordo com o as despesas operacionais, desempenho do empreendedor, local do estabelecimento, etc. Mas em “média” que me passaram seria algo entre 10% a 20%.

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Comentários sobre IPO da Visanet

visaHoje a Visanet publicou o prospecto da oferta pública de ações. Resolvi escrever um post rápido apenas para citar alguns detalhes e comparar com outros IPOs como o da Redecard (nacional), Visa (internacional) e Mastercard (internacional).

Para começar, o investidor precisa entender que as ações vão apenas trocar de mão. A oferta é secundária, ou seja, antigos acionistas resolveram vender suas ações para o mercado. Isso significa que o dinheiro não será reinvestido na empresa.

Múltiplo P/L

No começo dos rumores do IPO, muito antes da crise e do Investment Grade, já havia separado alguns múltiplos interessantes de outras ofertas relacionadas.

  • Mastercard lançou suas ações no mercado americano com P/L 11.
  • Visa lançou suas ações no mercado americano com P/L 30.
  • Redecard lançou suas ações com P/L 20 e valorizou 30% no primeiro dia.

Atualmente a Redecard está com P/L próximo a 18x.
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Como descobrir a composição da carteira de um fundo

Boa parte dos fundos de investimentos não divulga a composição de suas carteiras com a intenção de proteger sua estratégia do mercado ou até mesmo esconder operações arriscadas.  O investidor não deveria se contentar em saber apenas a rentabilidade passada, mas sim, como ela foi atingida.

O site da CVM mostra a composição da carteira de todos os fundos mês a mês, com três meses de atraso.  A carteira pode ser composta por ações (Ex: Petr4, Vale5), Opções, Caixa, CDBs, Títulos do Governo, Títulos privados, CDBs, operações no mercado futuro de dólar e juros, cotas em outros fundos, etc.

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Queda dos juros & investimentos

Depois da percepção de que a crise no Brasil não é uma simples marolinha, o Banco Central optou pela redução da taxa básica de juros.

A notícia é boa para as empresas, excelente para o mercado de ações e ruim para os investidores em renda fixa, que terão que se contentar com rentabilidades de um dígito (abaixo de 10%).
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Ganhando dinheiro com aluguel de ações

Investidores de longo prazo não deveriam se contentar apenas com os dividendos distribuídos pelas empresas. Existe uma forma pouco conhecida, mas eficiente, de aumentar a rentabilidade em uma carteira de longo prazo: o aluguel de ações. Assim como imóveis, você pode alugar suas ações para outras pessoas, garantindo uma renda extra enquanto não precisa vendê-las.

O contrato de aluguel é acertado entre o doador (proprietário das ações) e o tomador (normalmente é um especulador de curto prazo apostando na baixa das ações). As taxas médias de aluguel costumam variar entre 0,5% e 6% ao ano.

Benefícios: A definição das condições do aluguel são definidas pelo proprietário: o prazo de aluguel geralmente é para 30 ou 60 dias e a taxa deve ser escolhida próxima a a média desta tabela da CBLC. A distribuição de juros sobre capital próprio ou dividendo no período do aluguel pertence ao proprietário e o pagamento do aluguel é feito no primeiro dia útil após a finalização do contrato, quando o tomador devolve as ações.

Riscos: O principal risco para o investidor é que, enquanto estão alugadas, as ações não podem ser vendidas. Isto pode ser ruim caso as ações subam demais e você queira realizar o lucro ou caiam demais e você queira limitar o prejuízo. Além disso, existe um risco mínimo do tomador não devolver suas ações. Este fator é evitado, pois a CBLC é intermediadora deste tipo de operação e requer  garantias de 100% mais uma margem de segurança. Esta garantia pode ser um depósito em dinheiro ou títulos.

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Investimentos protegidos da inflação

O investidor inteligente precisa garantir que seu dinheiro está protegido da mais silenciosa devoradora de patrimônio: a inflação. Quem deixou o dinheiro parado na conta bancária durante no ano passado, perdeu quase 6% em poder aquisitivo: R$ 100,00 depositados no começo do ano valiam apenas R$ 94,00 em dezembro.

Existem opções de investimentos com rentabilidade acima da inflação. Algumas delas são indexadas diretamente pelo indicador (os títulos públicos, por exemplo) e outras que garantem uma proteção indireta, causada pelo repasse de preços ao consumidor ou reajuste da receita pela inflação.
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